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PROGRESSO COM SEGURURANÇA (Rede)
Rede da sociedade civil Sul-Sul sobre paz e segurança

Data de lançamento: 1 de Setembro de 2005

Visão:

A Promoção da paz e da segurança, boa governação e desenvolvimento económico está no coração de ambos programas da OAS e UA para renovação e transformação. Tendo a responsabilidade de desenvolver os nossos continentes; promovendo a melhor prática e engajando a sociedade civil na construção de um futuro comum que trará melhor governação e representação, bem como estabilidade e paz nas duas regiões do mundo que mais precisam. Esta è a formula de criar condições necessárias para o crescimento do sector privado e comunitário, e a criação de trabalho e bons investimentos governamentais nos programas sociais e de segurança humana. Isto vai também pôr a América Latina e a África mais próximas para a realização dos Objectivos de Desenvolvimento do Milénio. Reconhecendo a interdependência entre a paz e o desenvolvimento sustentável, poder-se-á preparar o terreno para lançar/relançar a parceria entre os individuos, OSCs e o Estado rumo a consolidação de um futuro realístico para os nossos povos.

Missão:

Servir a longo prazo a segurança e o desenvolvimento de necessidades da África e América Latina e dos seus povos, melhorando a participação efectiva da sociedade civil na paz e na segurança, na Governação e nos programas de desenvolvimento já acordados entre OAS e a UA, e nos programas relevantes identificados pelos Objectivos de Desenvolvimento do Milénio.

Objectivos:

Criar e suster um fórum de consertação nas organizações da sociedade civil em África e na América Latina capaz de dirigir/ liderar o desenvolvimento de uma agenda comum e a troca de experiência para fortificar as nossas capacidades de participação na prevenção da paz, segurança, boa governação e progresso - como identificados nos Objetivos acima.

Actividades da Rede:

  • Aprender mais uns sobre os outros e sobre as nossas operações de forma sistematica
  • Trocar informações sobre eventos
  • Sensibilizar-se uns aos outros nas agendas regionais e continentais
  • Partilhar produtos e ideias
  • Identificar áreas de interesse comum
  • Colaborar na paz, segurança e áreas de governação prioritária
  • Gerar/Concertar posições comuns que representem a voz do Sul nos forums internacionais relevantes sobre os itens/temas acima mencionadosa

Público-alvo:

A Rede estará disponível a todos aqueles que se registarem e que venham das estruturas das organizações da sociedade civil operando em África ou na América Latina (por exemplo, todas aquelas acreditadas no Conselho Económico, Cultural e Social da UA e aquelas acreditadas na Organização dos Estados da America Latina); e todas as outras organizações do sector da sociedade civil, quer sejam nacionais ou locais, que partilham a nossa missão e visão.

As áreas de trabalho dessas organizações serão diversas porque a área de paz, segurança, governação e desenvolvimento è extenso: Aquelas trabalhando com a juventude, educação, saúde, geração de recursos, micro empresas, estudos políticos, pesquisa e escrita de conceitos, uso sustentável dos recursos e sua gestão, recolha de informação, gestão do processo de desarmamento de pequenas armas e sua legislação, desminagem, construção da paz, desmobilização, reforma do sector de segurança, relação civil-militar, combate do crime, prevenção de conflitos, gestão e resolução e o realce da participação da sociedade civil incluindo a geração/produção de estatísticas e de diálogo para melhorar a interação governamental e não-governamental, etc.

Escopo Geográfico:

Apesar de pretendermos começar este serviço focando-nos em África e na América Latina outras regiões com problemas similares, como a Ásia, são bem vindas ao dirigir/apresentar a Rede o seu pedido.

Organização vs Individual e organização formal vs Organizacao Informal:

Para fins de registo, as organizações e os individuos serão consultados e encorajados a reagir a Rede. Entretanto, uma das missões da Rede é identificar os requisitos mínimos das organizações da sociedade civil em relação ao seu estatuto legal e certificar-se(?) de que é o mesmo de região para região. Organizações não registadas legalmente são tão bem vindas quanto as entidades legais porque tentamos olhar onde os denominadores comuns se ligam na performance de grupo de pessoas a favor da segurança e paz a nivel local e nacional. Portanto não serão feitas discriminações formais.

Gestão e Administração:

A Rede será providenciada, coordenada e servida pela SaferAfrica, uma organização sem fins lucrativos baseada na África do Sul, mas operando em toda a África e América Latina. A Rede e os seus usos/meios são gratuitos e os sócios não serão cobrados.

Plano de trabalho para 2005:

Objectivo principal: Aprendermos sobre quem somos, o que fazemos e como pensamos sobre a paz e a segurança no Sul.
  1. Alcançar ONGs acreditadas na AU e no sistema OAS.
  2. Identificar mais membros da Rede.
  3. Enviar e obter informação por cada formulário de registo anexada.
  4. Gerar questionários e pesquisas por e-mail que possam circular pela Rede, ser respondidas e analisadas.
  5. Actualizar a informação na web incluindo adição de resultados das análises de pesquisas e questionários distribuídos pela Rede, trimestralmente.
  6. Gerar um perfil próprio das organizações da sociedade civil de África e da América Latina que possa servir para melhorar a nossa compreensão sobre os nossos desafios, necessidades e o nosso potencial para melhorar a paz, a segurança, a governação e o desenvolvimento em África e na América Latina.

Metodologia:

Trimestralmente uma pequena pesquisa para explorar quem somos, o que fazemos e como pensamos sobre a paz e segurança será enviada para Rede. Com as respostas, SaferAfrica analisará os resultados e publica-los-á na web. Desta maneira, trimestralmente focar-se-a um aspecto da nossa constituição que iluminará os problemas comuns, aproximaçoes e soluçoes para o problema da paz e segurança no Sul. A primeira pesquisa será lançada aos seis (6) de Setembro de 2005 e a sua análise será publicada na web no primeiro dia um (1) de Dezembro de 2005, lançando-se, simultaneamente, a segunda pesquisa e, assim, sucessivamente.